Ensaios, entrevistas, crônicas e resenhas de disco sobre o samba, o choro e os ritmos do Pará.
Os dois nasceram na roda, no tambor e na festa de quem não tinha salão. Um ensaio sobre parentescos entre o Recôncavo e o Salgado paraense.
A flautista de 30 anos fala sobre a primeira roda no clube, aos 17, e sobre os choros que vem compondo sobre Belém.
Tucupi, jambu, goma e um disco na vitrola. Uma crônica sobre cozinha lenta e samba de quintal.
Da rádio dos anos 70 às gravações ao vivo do clube: uma escuta guiada para quem está chegando.
Uma roda de amigos sem dinheiro, encontros nas casas dos fundadores e um desenho de calça com os bolsos vazios. A origem do clube contada por quem estava lá.
Na cidade de Mestre Vieira, uma nova geração mantém vivo o som que misturou choro, carimbó e Caribe.
O professor da oficina do clube conta como ensina a levada e por que não gosta de partitura na roda.
Brega marcante, casais de setenta anos e o sol nascendo no Jurunas.
Origens do Choro ParaenseO choro chegou ao Pará no início do século XX, trazido por músicos que transitavam entre Rio de Janeiro e Belém. A cidade, então em pleno ciclo da borracha...